CRISE HOSPITALAR EM SC PREOCUPA A POPULAÇÃO

O desafio da nova secretária de estado da Saúde Carmem Zanotto indicada pelo governador eleito Jorginho Mello (PL), será de superar enormes desafios. Um deles é enfrentamento da crise que afeta a grande maioria dos hospitais catarinenses. Exemplo disto, ocorre com o Hospital Nereu Ramos, centro Florianópolis (SC), bem como; do Hospital Infantil Joana de Gusmão também em Florianópolis, além de outras unidades em outras regiões de Santa Catarina.

 

No Hospital Infantil Joana de Gusmão onde faltam mais equipamentos e até leitos; médicos relatam até erros em exames médicos - algo gravíssimo, além também de descarte de materiais coletado sem a realização de análises e ainda dos equívocos na identificação do pacientes e somados ainda à demora excessiva aos atendimentos à pacientes. A situação no Hospital Infantil Joana de Gusmão é tão grave que o caso vem sendo acompanhado pelo Conselho Regional de Medicina (CRM) e pelo Ministério Público de Santa Catarina e pela própria Secretaria de Estado da Saúde (SES).

 

Santa Catarina há décadas sofre grave crise na área da Saúde

Outro grande desafio da nova gestora estadual de Saúde Carmem Zanotto será desvendar para onde foram parar cerca de R$ 400 milhões que o governador eleito de Santa Catarina Jorginho Mello (PL), afirmara em pleno debate eleitoral transmitido ao vido na TV em Santa Catarina , ter repassado à hospitais de Santa catarina através de emendas parlamentares ( as chamadas RP-9 e que agora o Supremo Tribunal Federal (STF), quer extinguir por considerar inconstitucional e sem transparência o repasse de recursos através destas emendas de relator (RP-9), pelo Congresso Nacional. Afinal, são bilhões entregues pelo Governo federal para que a presidência da Câmara Federal, neste caso atual de Arthur Lira (PP-AL), faça a distribuição para parlamentares, sem necessidade de mencionar quais parlamentares, quais valores e para onde vão parar bilhões de reais - dinheiro público.

 

Não há prestações de contas e é aí que reside a decisão que o STF poderá determinar pela extinção destas emendas de relator (RP-9). Afinal, papel de parlamentar é fiscalizar o executivo e não se envolver diretamente com recursos públicos. Poderá sim indicar preposições, projetos, porém, sem necessidade de gerir recursos públicos. Isto cabe ao executivo promover em todo o país.