Recursos bilionários para emendas do orçamento paralelo - \" secreto \" afronta povo brasileiro

O que o presidente Jair Bolsonaro quer ao sancionar o orçamento paralelo , digo: orçamento secreto, é reavivar o esquema do toma lá dá cá. Ou seja, uma espécie de novo Mensalão onde a grana milionária vai ser distribuída pelo governo federal aos parlamentares de acordo com seus interesses políticos, sem necessário controle fiscal -uma espécie de presentão em plena véspera de Natal para parlamentares da base de apoio do governo Bolsonaro. A ministra do Supremo tribunal Federal (STF), de imediato suspendeu integralmente essa vergonhosa, esdrúxula decisão de Bolsonaro que empenhou R$ 3 bilhões em emendas paralelas ( secretas ) às vésperas da votação de PECs, como exemplo a dos Precatórios onde mais de 330 deputados federais até a terça-feira (09), já estavam alinhados à Bolsonaro quanto à esta votação favorável à aprovação da PEC ( Proposta de Emendas à Constituição ); dos Precatórios. Os recursos bilionários para emendas secretas sequer possui controle social nem fiscal. Caberá à cada parlamentar utilizar os recursos financeiros de acordo com seus interesses. Inclusive, se quiserem podendo utilizar para si próprios como foi no caso do escândalo do Mensalão onde esse escândalo do toma lá dá cá, revelou ao Brasil e ao restante do mundo; como um presidente mafioso e corrupto como foi o governo do PT com partidos aliados e que estavam envolvidos no esquema criminoso como revelaram as diversas investigações realizadas pela Polícia Federal (PF) e pelo Ministério Público Federal (MPF); onde os recursos financeiros públicos não haviam plenas prestação de contas ao Tesouro Nacional; nem ao Tribunal de Contas da União (TCU), e sequer mesmo ao governo federal.

STF deve barrar o esquema criminoso, sem transparência do orçamento paralelo \" secreto \"

O STF já dispunha até a terça-feira (09), de quatro votos favoráveis para a suspensão do orçamento. A ministra do STF Rosa Weber, suspendera o pagamento das emendas de relator. Faltam ainda seis votos no STF sobre esse tema e cuja votação termina às 23h 59 min. de quarta-feira (10). Além de Rosa Weber votaram com a relatora Weber (STF), os ministros Luís Roberto Barroso; Cármen Lúcia e Edson Fachin. E no Tribunal de Contas da União (TCU), há sete processos que tratam dessas emendas de Orçamento. O julgamento do STF ocorre em plenário virtual. O orçamento paralelo \" secreto \" do governo Bolsonaro é uma afronta ao povo brasileiro. O repúdio a este orçamento paralelo em que a relatoria desta PEC tramita na Câmara Federal; mostra como é mantido boa parte dos trabalhos políticos no Congresso Nacional onde maioria dos parlamentares buscam defender seus próprios interesses.