Gripe H1N1 preocupa
O alerta continua. Com a realização da Copa das Confederações e em seguida a visita do Papa Francisco no Brasil, eventos de grandes dimensões e repercussões mudiais, aqui no Brasil enquanto isto, a crise gravíssima na área da Saúde pública continua sendo acada vez pior.
Para se ter ideia da dimensão do que não se ouve quase falar na grande mídia em Santa Catarina e também no restante do país é que a Gripe H1N1 vem deixando registros de dezenas de mortes. Na região do Mato Grosso do Sul e em SãoPaulo já são dezenas de mortes e outras centenas de pessoas portadoras do vírus H1N1.
Em Santa Catarina somente nestes primeiros sete meses do ano já são 16 mortes pela gripe H1N1. Na região serrana são três mortes registradas. Portanto, todos os cuidados com a gripe H1N1 passa essencialmente pela prevenção à doença.
Crise na Saúde em Santa Catarina é grave em hospitais e no SAMU
Mais um dos registros recentes de mortes por falta de leitos de Unidade de Terapia Intensiva- UTIs em hospitais em Santa Catarina onde uma mulher morreu em Joinville, região Norte de Santa Catarina, devido à falta de um leito de UTI para prestar imediato atendimento, mostra o quadro gravíssimo em que se encontra a área da Saúde em Santa Catarina.
Em Joinville, onde até o Ministério Público eve que intervir recentemente sobre a questão grave na área hospitalar, e sendo Joinville a maior cidade catarinense e que mais arrecada recursos públicos devido sua forte economia; tendo ainda um Senador que foi por duas gestões (oito anos governador de Santa Catarina) e que passou agora no recesso parlamentar visitando as Ilhas Gregas; a situação ao contrário, em Joinville, deixa muito particularmente a desejar na área da Saúde; infelizmente.
Outra situação caótica é relacionada ao Serviço de Autoatendimento Móvel à Saude - SAMU. Não em relação às equipes que realizam excelente trabalho dedicando-se aos socorros no dia a dia, porém, sobretudo, pela falta de maiores condições estruturais como disponibilidade maior do número de veículos e aumento do número de profissionais para prestar socorros imediatos à quem necessita deste tipo de atendimento de salvação à vida.