MORTE DE PRIGOZHIN AMPLIAM SUSPEITAS DE PUTIN A OPOSITORES

Desde que o líder do grupo paramilitar Wagner , o terrorista Yevgny Prigozhin decidiu pela revolta em meados deste ano de 2023; na tentativa de invadir com suas tropas paramilitares a capital da Rússia , Moscou; Prigozhin acionou o estopim para que o presidente da Federação da Rússia Vladimir Putin, supostamente ordenasse a partir de então; a morte do que Putin chamou de \"traidor \" à pátria, numa alusão à Yevgny Prigozhin.

 

Putin prometera em seguida a revolta paramilitar do grupo Wagner liderado pelo então antigo amigo Prigozhin, vendedor de cachorros quentes e que passou a ser o cozinheiro de Putin; tornando-se em seguida um magnata dos setor de alimentos na Rússia e concentrando riquezas também no setor de petróleo e de exploração de minas de diamantes em vários países do Continente Africano e no próprio território da Rússia; resultou no que poderia eventualmente vir a acontecer.

 

MISTÉRIO NA QUEDA DO JATO COM PRIGOZHIN: FOI OU NÃO ACIDENTE, PERGUNTA-SE

Q queda do jato Embraer Legacy, prefixo RA-02795, na manhã de quarta-feira (23), aos arredores da vila de Kuzhenkino, entre Moscou e São Petersburgo; na Rússia; causando a morte de sete passageiros e três tripulantes; não foi supostamente um acaso. Ou seja, um acidente. Putin já tinha Prigozhin como um \" traidor \". E Com o ditador russo Vladimir Putin, traidores ou são presos ou simplesmente desaparecem.

 

Com Prigozhin, foi diferente. Foi uma queda do jato em que estava o líder que provocou a revolta paramilitar que tentou invadir Moscou e derrubar Putin do poder. Oito corpos foram encontrados no local da queda do jato executivo da Embraer , cujo aparelho estima-se ser de propriedade de Yevgeny Prigozhin, o fundador do PMC Wagner. O jato fazia a rota Moscou- São Petersburgo ( Rússia ) e acabou caindo gerando uma enorme explosão ao atingir o solo.

 

Os motivos da queda do jato de Prigozhin não foram especificados pelas autoridades da Rússia que deverão iniciar investigações sobre a queda deste jato que segundo informações do governo russo estava o líder do grupo PMC Wagner Yevgney Prigozhin, 62 anos de idade. Informações sob a quem pertencia o jato que caiu perto de São Petersburgo, há divergências: A TASS, cita a assessoria de imprensa da Agência Federal de Transportes Aéreo da Rússia; que a aeronave pertencia à MNT- Aero LLC - especializada em transporte empresarial na Rússia.

 

Yevgny Prigozhin, morreu não somente por causa da revolta contra Putin e contra também diversos generais russos. Prigozhin, tinha além de poder paramilitar com o grupo PMC Wagner, uma ampla influência em negócios de interesses mútuos com Vladimir Putin, principalmente na exploração de diamantes, ouro e petróleo tanto na Rússia quanto em vários países africanos. Foi aí, o estopim da provável encrenca em que se meteu Yevgny Prigozhin. Afinal, como Putin está com risco de ser preso ao deixar o território da Rússia; era Prigozhin o responsável pela boa parte dos negócios de interesse de Putin especialmente em países da África, onde há cerca de três dias antes de ocorrer a queda do jato Embraer Legacy; lá estava presente no continente africano, o líder mercenário Yevgney Prigozhin.

 

A MATANÇA BRUTAL CONSIDERAS CRIMES DE GUERRA

O mercenarismo liderado até então pelo terrorista Yevgeny Prigozhin, o ex -amigo do presidente da Rússia Vladimir Putin; praticava segundo denúncias em vários países principalmente localizados na região Centro-Africana e também dentro da Rússia e mais recentemente dentro do território da Ucrânia; pode-se facilmente verificar pesquisando redes sociais em que fotos e vídeos verificados de mercenários do grupo PMC Wagner matando pessoas. Desde crianças; mulheres, idosos, enfim, qualquer pessoas que atrevesse ser contra ou que reagisse às ações criminosas do grupo mercenário Wagner. A impunidade do governo de Putin sobre estes crimes bárbaros foram ao longo de muitos anos encobertos pelo governo russo. As mortes de três jornalistas ocorridas em 30 de julho de 2018 na República Centro- Africana até hoje continuam sem uma resposta por parte do governo russo e das autoridades da República Centro-Africana.

 

Orkhan Dzhemal, Kirill Radchenko e Alexander Rasttorguev, foram assassinados enquanto estavam a serviço jornalístico na República Centro-Africana. O Comitê de Investigação da Federação Russa anexou duas investigações privadas ao processo criminal, sendo uma conduzida pela RIA FAN, uma agência associada às estruturas de Yevgny Prigozhin e outra associada à de jornalistas do Centro de Dossiês de Mikhail Khodorkvsky. Uma suposta conclusão da RIA FAN sobre o caso é de que um assassino profissional terrorista e membro dos serviços de inteligência franceses e que está sendo procurado em todo o mundo tenha sido o autor da morte dos três jornalistas.

 

Suposto motivo destes três assassinatos dos jornalistas teria sido diante de uma tentativa dos serviços secretos franceses de prejudicar as atividades russas lideradas por Prigozhin e Putin na África . Yevgney Prigozhin, segundo investigações; utilizava a prática brutal de martelar a cabeça de seus oponentes, esmagando-a até esmigalhar os miolhos, sem contar os disparos de fuzis contra as vítimas, bem como; desmembrar aos poucos os corpos das vítimas e lançá-las às chamas.