YEVGENY PRIGOZHIN USA PASSAPORTES FALSOS
O líder mercenário do Grupo Wagner que provocou o motim há uma semana atrás ameaçando tomar o poder do presidente da Rússia Vladimir Putin, usa passaporte falso, segundo investigações feitas pelas forças de segurança russas na cidade de São Petersburgo ( Rússia ). Durante essas buscas em empresas pertencentes ao mercenário, terrorista Prigozhin, foram encontrados vários documentos e passaportes diversos com foto do mercenário Prizoghin, porém emitidos em nome de outras pessoas e contendo fotos dele.
As fotos destes documentos foram publicadas e em seguida apagadas por Fontanka. Prizgozhin é suspeito de haver utilizado passaportes falsos em nome de Dmitry Geiler, como destacou a Rádio Liberty, em São Petersburgo - empresa associada a filha de Putin, Maria Vorontsova.
Um outro passaporte contendo o nome de um morador da cidade russa de Ostashkovsky, do partido político LDPR, também estava sob poder de Prizgozhin, incluindo um outro passaporte em nome de Oleg Semyonov, emitidos pelo Ministério de Assuntos Internos da Região de Tver- listado no registro de passaportes inválidos desde maio de 2022 e que provavelmente sequer exista uma pessoa com os dados contidos neste passaporte falso. Também um outro passaporte contendo foto de Leonid Krasavin . Em 2020, ele mudou seu nome para \" Evgeny Prigozhin \" que atuou como duplo do dono do PMC . Krasavin, ( que foi processado sob artigo \" Falsificação, produção ou venda de documentos, selos, papéis timbrados falsificados ); sob nome de Prigozhin chegou até a Lituânia. As investigações apontam ainda passaportes falsificados e utilizados pelo mercenário líder do Grupo Wagner, em plena região Centro-Africana e emitido em nome de Sergei Ivanov.
BIELORRÚSSIA RECEBE TERRORISTAS DO GRUPO WAGNER. BASE MILITAR SENDO
INSTALADA Sob proteção do presidente da Bielorrúsia, Lukashenko, o líder mercenário e terrorista do Grupo Wagner, Yevgeny Pruigozhin, que lutou por mais de um ano no território Ucrâniano em apoio às tropas russas que invadira a Ucrânia em 24 de fevereiro de 2022, já encontra-se agora após o motim provocado por Prizgozhin e seus militantes do Grupo Wagner, durante tentativa de tomar o poder de Vladimir Putin, vem instalando na Bielorrússia uma imensa estrutura militar para abrigar todos os milhares de mercenários do Grupo Wagner.
O presidente da Bielorrússia Lukashenko, convidou o grupo Wagner a estabelecer operações em seu país, como parte do acordo realizado há cerca de uma semana atrás com o presidente da Rússia Vladimir Putin e que pôs fim ao motim do dia 24 de junho de 2023 na Rússia. Prigozhin havia rejeitado a proposta de Putin para que o grupo Wagner se submetesse ao controle do ministério da Defesa da Rússia. Decisão pela qual contrariou o líder do Grupo Wagner que almejava a queda de dois dos principais ministros militares de Putin. Uma guerra civil estava acendendo na Rússia quando do início dos ataques por parte do grupo Wagner contra forças militares russas na região Sul da Rússia.