Alckmin já chamou Lula (PT) de \"ladrão de carros\". Agora, aliados ? Hummmm !

Um dos principais e, portanto, maior desafio especialmente para as siglas partidárias que já colocaram seus pré-candidatos à presidência da República nas disputas destas eleições de outubro de 2022 , inclui prioritariamente promover as coligações partidárias. Eis a questão ! Lula (PT), já percebeu algumas das resistências internas dentro do PT com relação a Geraldo Alckmin (PSDB). Alckmin chegou a comparar Lula (PT) a um \" ladrão de carros \" e disse ainda que \" havia uma sofistica organização criminosa \", referindo-se ao governo Lula (PT). Alckmin disse ainda que o petista era um \" fujão \" por não comparecer a debates na televisão. Alckmin e Lula tiveram publicamente ataques quando de presenças na Tevê. Numa das ocasiões das disputas entre eles- isto foi em 2006, ambos trocaram graves acusações naquela época.

 

Disse mais Alckmin sobre o governo de Lula (PT): \" - o que vimos foi uma lambança do ponto de vista ético. O governo não funcionou é ineficiente, devagar \", disse Geraldo Alckmin que após 33 anos no PSDB abandonou recentemente a sigla tucana. Em seguida, aproximou-se de Lula (PT), chegaram a abraçar-se e ainda é um dos nomes para compor a chapa majoritária com Lula (PT), para disputar as eleições de 2022. Ou seja; é típico da política brasileira em que a tal \" ética \" vai parar no lixo. Agora como fica a situação ? Quem é o \" ladrão \" e quem não é o \"ladrão \" nesta história toda ? \" Não existe a menor chance de aliança com o PT. Vou disputar e vencer o segundo turno, para recuperar os empregos que eles destruíram saqueando o Brasil, Jamais terão meu apoio para voltar à cena do crime !, disse em entrevista à CNN Geral Alckmin (PSDB), quando de nova disputa em 2018. \" Não é à toa que ESSE GOVERNADOR (SIC) TEM APELIDO DE PICOLÉ DE CHUCHU PORQUE É UMA COISA INSOSSA, COMO COMIDA SEM SAL. ELE NUNCA FALA NADA GRAVE DO ESTADO. SE TEM PROBLEMA É COM O GOVERNO FEDERAL \", DISSE LULA EM 2014; AO REFERIR-SE À GERALDO ALCKMIN. ISTO FORA OUTROS CONTRA-ATAQUES ENTRE AMBOS, ALGO DEGRADANTE NUMA POLÍTICA COM BAIXO NÍVEL DE DEBATES.

 

Desafios não só do PT, mas de outras grandes siglas para 2022

O PT já percebera que terá como vem ocorrendo grandes dificuldades para ter ao seu lado siglas partidárias que tiveram assim como o próprio PT; vários líderes como alvos de investigações do MPF e da PF dentro de muitas das operações como por exemplo: Mensalão; Lava Jato; Zelotes; escândalo dos Correios; Fundos de Pensões, etc. Siglas tradicionais e históricas da política brasileira como exemplo do PP; MDB; PT; PSDB; PL; PSD; PDT; PSB dentre tantas outras ( vejamos um exemplo: a Lava Jato teve 33 partidos envolvidos através de muitos de seus líderes dentro e fora do Congresso Nacional ). Portanto, formar alianças partidárias para estas eleições de outubro de 2022 especialmente para disputas à presidência tem sido uma árdua tarefa de muitos políticos que representam suas respectivas siglas partidárias. O PT literalmente com um pé atrás com Alckmin e também não vê com bons olhos aproximação com o PSD de Gilberto kassab. Quem sabe como foi a gestão de kassab em São Paulo onde recebera muitas críticas também do PT, já sabe que haverá agora imensa dificuldade de juntar-se ao PT de Lula. E até um racha dentro do próprio PSD que não quer apoiar Lula (PT) nas eleições deste ano de 2022. A dificuldade maior de Lula e, portanto, do PT para atrair firmemente apoio de partidos de centro como do PP; PSD; será muitíssimo difícil. O PDT tem pré-candidato que é o ex-ministro de Lula (PT), Ciro Gomes. O partido do PP, assim como algumas outras siglas; ainda não possuem pré-candidatos à presidência. O PCdoB, PV e o PSOL já mesmo com divergências internas não muito acentuadas, com exceção em São Paulo onde o PSOL se fortalece e quer disputar o governo de São Paulo; ambas siglas poderão dar apoio à Lula (PT).

 

Já, por outro lado, os partidos mais novos sendo recentemente criados como do Partido Novo; Rede; Republicano e um dos mais recentes o União Brasil - criado através da fusão do DEM com o PSL, além daquelas siglas já tradicionais no país, porém, com menor número de representações no Congresso Nacional; poucas delas se definiram até o momento deste início de calendário eleitoral de 2022 com relação à possíveis coligações ou até mesmo à lançar candidato à presidência. As tratativas políticas continuam em construção e devem estarem concluídas numa primeira fase até a realização das convenções partidárias em meados deste ano. Quem já está na corrida pré-eleitoral deste ano de 2022 além de Jair Bolsonaro (PL); Lula (PT), Sérgio Moro ( Podemos ); Ciro Gomes (PDT); João Doria (PSDB); Rodrigo Pacheco (PSD); Simone Tebet (MDB); Alessandro Vieira ( Cidadania ); Aldo Rebelo ( se partido ); André Janones ( Avante ); Felipe D´Ávila ( Novo ) e Leonardo Péricles ( UP). Mas, outros nomes ainda poderão surgir nesta corrida eleitoral visando à presidência da República. Essa é uma fase em que o eleitorado começa atenuar mais sua observação na movimentação política nacional e também aprofundar análises sobre que tipo de projeto para o Brasil, que vise de fato, solucionar os graves problemas da grande maioria do povo brasileiro possa estar em breve sendo apresentado para todo o país, para toda população deste país assolado por desmandos políticos- administrativos e pela falta de políticas públicas efetivas, reais, construtivas e também este país onde impera a impunidade contra corruptos, contra mafiosos.