Revista Época mostra as provas da JBS contra mafiosos políticos
A edição da Revista Época do dia 31 de julho passado, trouxe com exclusividade ao público brasileiro as provas da empresa JBS sobre pagamentos milionários de propinas para centenas de políticos corruptos, mafiosos e que estão agora respondendo processos na Justiça Federal. Os pagamentos milionários vão desde dinheiro vivo; depósitos bancários; pagamentos de notas fiscais frias; enfim, até em paraísos fiscais foram parar dinheiro roubado dos cofres públicos de forma estarrecedora. É assim que o Brasil assiste ao mais escandaloso esquema de corrupção do mundo em que vem sendo descoberto através da Operação Lava Jato sob atuação exímia da Polícia Federal, Ministério Público Federal e Procuradoria Geral da República.
Afinal, esperar soluções por parte da classe política brasileira contaminada pela máfia que rouba bilhões dos cofres públicos, roubando dinheiro que é da Saúde; Educação; Segurança Pública; geração de Emprego e Renda; Agricultura; Cultura; Meio Ambiente; seria esperar por nunca haver soluções por longos anos. Mas, são novos tempos e agora, a máfia política se vê diante da queda das máscaras que por muitos anos foram utilizadas para enganar milhões de brasileiros, especialmente milhares de eleitores que pagam impostos, tributos, juros elevados para saciar a fome de ladrões de bilhões dos cofres públicos deste país.
Fartos documentos entregues pela empresa JBS à Justiça Federal mostram claramente o quanto se beneficiaram ladrões de dinheiro do povo deste país. A matéria da Revista Época que teve acesso aos documentos que expõem a corrupção de centenas de políticos mafiosos, ladrões do dinheiro do povo deste país; mostra como pseudo-líderes políticos fanfarrões, de discursos fartos e mentirosos, descompromissados com as necessidades essenciais da grande maioria do povo brasileiro; faz com que estes ladrões que enriqueceram roubando dinheiro dos cofres públicos ao longo de muitas décadas, perpetuando-se no poder político-administrativo; formando verdadeiras quadrilhas; estruturando-se em várias instâncias de poder governamentais e não governamentais; formando conluio com milhares de outros asseclas igualmente corruptos e ladrões do dinheiro público - dinheiro da população brasileira; são agora desmascarados publicamente e aos poucos, gradualmente, estão indo parar na prisão. Outros destes mafiosos e ladrões do dinheiro do povo deste país; já passaram pela cadeia e hoje estão utilizando tornozeleira eletrônica, monitorados pela polícia.
Mafiosos como Michel Temer (PMDB); Lula; Dilma e Palocci (PT); Cunha (PMDB); Kassab e Colombo (PSD); e mais um bando na lista
Um bando de mafiosos faz parte dos documentos que a empresa JBS entregou para a Justiça Federal contendo detalhes minuciosos de como a JBS pagou em propinas mais de R$ 1 bilhão e 100 milhões para quase 1.900 políticos deste paí. Não escapam desta lista as mais expressivas figuras políticas como dos ex-presidentes da República Luis Inácio Lula da Silva; Dilma Rousseff; Antonio Palocci; o atual presidente da República Michel Temer (PMDB); ministros Helder Barbalho; (PMDB); Gilberto Kassab (PSD); senadores como do presidente do Senado Eunício Oliveira (PMDB); o ex-ministro Alexandre Padilha (PMDB); o ex-ministro Guio Mantega; o ministro Fernando Coelho Filho (PSB); ministro Marcos Pereira (PRB); ministro Bruno Araújo (PSDB);o senador José Serra e Aécio Neves, ambos do PSDB; enfim; a lista da JBS contendo os mafiosos e corruptos beneficiados com dinheiro roubado dos cofres públicos e entregues pela JBS; consta muitos políticos como vários deputados federais; governadores; vice-governadores e até alguns empresários como do presidente da Fiesc - Federação das Indústrias e Empresas do Estado de São Paulo , Paulo Skaf. O atual governador de Santa Catarina João Raimundo Colombo (PSD), é um destes beneficiados com a entrega em dinheiro vido no valor de R$ 2 milhões pela JBS e outros R$ 8 milhões que foram entregues diretamente ao PSD. Todos os denunciados recorrem à defesa na Justiça.
Máfia política continua em boa parte no comando da roubalheira do dinheiro público
Uma logística super afinada para controlar o sistema de entrega de milhões por parte da JBS aos mafiosos e corruptos envolvidos na denúncia da JBS à Justiça brasileira; mostra como era enorme esta dimensão da corrupção com sangria bilionária de dinheiro dos cofres públicos aos corruptos que pareciam não saciar-se diante tamanha e verdadeira forma de obterem milhões roubados dos cofres públicos deste país. E isto, apenas mostra a JBS, sem contar outros escândalos como ao do Mensalão - Ação penal 470 que mostrou o outro duto de roubalheira com quadrilhas políticas igualmente bem estruturadas para saquear cofres públicos do país.
Nesta operação da Lava Jato, calcula-se até agora que tenha sido roubado dos cofres públicos do país quase um trilhão de reais. Quanto mais se aprofundam e ampliam-se as investigações mais as ramificações das quadrilhas com amplitude maior de políticos em conluio em forma de máfia; mais se percebe o volume aumentando do dinheiro roubado dos cofres públicos. Diante desta roubalheira, hospitais; universidades; falta de emprego e renda; escolas e creches vão fechando gradualmente suas portas.
Só no Rio de Janeiro nesta semana mais de 40 Unidades de Saúde foram fechadas. A Universidade do Rio de Janeiro - UERJ sequer iniciou o ano letivo de 2017 por falta de verbas públicas ( espera mais de R$ 380 milhões do governo do Estado do Rio de Janeiro), dinheiro este certamente roubado como ao tantos outros milhões pela quadrilha do ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB), que está preso. Em outros estados da federação não é muito diferente da crise econômica e social.
Vejamos em Santa Catarina onde muitos hospitais aguardam repasses financeiros em atraso por parte do governo do Estado sob comando de Raimundo Colombo (PSD), o \" Ovo\" na Operação Lava Jato. No Paraná; Rio Grande do Sul; Pernambuco; Bahia; Espírito Santo; Minas Gerais; Pará; Maranhão; Piauí; Goiás; Mato Grosso do Sul; Roraima; Acre; Rondônia; Amazonas; Paraíba; Ceará, enfim; a situação caótica nas áreas da Saúde e Educação, Segurança Pública revelam o quanto a máfia politica prejudica o povo brasileiro.
E o pior: não se se vê nenhuma movimentação ou interesse partidários em expulsar alguns destes mafiosos e corruptos. Pelo contrário; percebe-se um esforço concentrado internamente dentro da grande maioria dos partidos políticos com seus representantes envolvidos em escândalos de corrupção como mostra a Lava Jato e não há nenhuma ação em prol da defesa da ética e do respeito aos cidadãos que os elegeram e muito menos à toda sociedade brasileira. No Congresso Nacional, mostra clara de que não há atuação alguma dos chamados \" conselhos de ética\".