Rio de Janeiro e a greve na segurança pública

 

O contigente militar que atua no Estado do Rio de Janeiro chega a 70 mil policiais, mas a adesão numérica à greve iniciada na última quinta-feira,(9), não foi ainda estipulada e o Governo do Estado do Rio de Janeiro, anunciou a possibilidade de contar com a ajuda do Governo Federal através do envio de 14 mil soldados do Exército e outros 300 da Força Nacional de Segurança para dar apoio na segurança pública no Rio de Janeiro (RJ).
As negociações prosseguem entre o comando de greve e o Governo do Estado do Rio de Janeiro. A categoria em greve reivindica um piso salarial de R$ 3.500 reais e mais benefícios como aumento no auxílio-alimentação e outros benefícios dentro da série de reivindicações necessárias aos policiais militares, civis, bombeiros e agentes penitenciários daquele estado que a exemplo da Bahia, também está enfrentando a greve na área da segurança pública.
 
 Em outros estados da federação como em Santa Catarina, desde meados de 2011, o sindicato dos Policiais Civis e Militares anunciaram a possibilidade de haver uma paralisação. Só não chegou a ocorrer devido que servidores do Magistério Estadual Catarinense já estavam em greve por mais de 60 dias. A paralisação ficou sob suspensão até que novamente possa ocorrer de fato, caso, não haja atendimento por parte do Governo do Estado às reivindicações da categoria.