ESPANHA E FRANÇA LUTAM HÁ DIAS PARA COMBATER INCÊNDIOS DEVASTADORES
Incêndios florestais devastadores estão ocorrendo na Espanha e na França desde vários dias. São milhares de focos destes incêndios que avançam e obrigando milhares de pessoas a abandonarem suas casas. Há vasta destruição em várias regiões na França e na Espanha. Equipes de combate aos incêndios seguem atuando continuamente na tentativa de reduzir o avanço do fogo em várias regiões destes dois países da Europa. O incêndio na província de Ávila ( Castela e Leão ), é o mais devastador da história espanhola- são 51.000 mil hectares destruídos pelas chamas. O incêndio entre Ávila, Madrid e Toledo ( Espanha ), cujas regiões possuem o maior número de focos destes incêndios florestais; cerca de 91.000 pessoas foram afetadas, tendo prejuízos consideráveis e sendo obrigados a deixarem suas casas. O fogo atinge desde infra-estruturas residenciais, empresariais, escolas, postos de combustíveis, centros de saúde, em que as chamas seguem avançando com maior velocidade em regiões onde há maior concentração de florestas.
Extinguir estes incêndios, poderá levar semanas, analisam governos destes dois países. A seca e a forte onda de calor nesta época do ano tanto na França quanto na Espanha, dentre outros países europeus; facilitam a propagação de focos destes incêndios florestais e que ameaçam e prejudicam as comunidades. Na Espanha, mais especificamente na região de Burgohondo as queimadas atingiram até segunda-feira (27/7), cerca de 78.000 mil hectares. Focos de incêndios próximos de Madrid, seguem sob controle e sendo reduzidos gradualmente assim como ocorrem em outras áreas na Espanha e na França. Porém, ainda diante da dimensão do número destes focos de incêndios florestais tanto na França quanto na Espanha, seguem mantendo um ritmo crescente de atuação no combate às chamas. Na Espanha, segundo autoridades governamentais, a maior preocupação se concentra agora na região central do país onde o governo havia declarado dias atrás " emergência nacional ". Cerca de 400.000 mil pessoas tanto na França quanto na Espanha tiveram que abandonar suas casas.