OPERAÇÃO NARCO FLUXO: STJ MANDA SOLTAR SUSPEITOS DO ESQUEMA QUE MOVIMENTOU R$ 260 BILHÕES. PF PEDE PRISÃO TEMPORÁRIA
O Supremo Tribunal de Justiça (STJ), mandou soltar os cantores MC Ryan SP, MC Poze do Rodo, além do influenciador Chrys Dias e dono da página " Choquei ", Raphael Souza, dentre outros investigados pela Polícia Federal (PF). Ambos alvos são investigados pela PF sobre uma suposta organização criminosa que movimentou cerca de R$ 260 bilhões de forma ilícita, desde lavagem de dinheiro, fraudes fiscais; tráfico de drogas E RIFAS ILEGAIS COM TRANSAÇÕES FINANCEIRAS PULVERIZADAS, dentre outros ilícitos.
A Polícia Federal (PF), requereu imediatamente à esta decisão do STJ, para que haja prisão preventiva dos alvos desta operação que resultou na prisão do funkeiro MC Ryan SP, Poze do Rodo e do influenciador Chrys Dias, além de outros alvos da PF que acabaram sendo presos por um período inicial de 5 dias e que na quinta-feira (23/40, o STJ decidiu libertá-los face ao cumprimento do prazo de cinco dias de prisão temporária e que agora, novamente diante desta decisão do STJ, a Polícia Federal (PF), requereu à Justiça a prisão de ambos alvos desta operação a prisão preventiva de ambos investigados.
Segundo informações, o ministro do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), Messod Azulay Neto, relator da ação, entendeu que houve " flagrante de ilegalidade " , referindo-se à decisão que decretou a prisão temporária de 30 dias dos envolvidos foi " ilegal ".
Assim, o habeas corpu determinou que a prisão temporária observe o período informado ( ou seja, pela PF ) no momento da detenção, que foi inicialmente de cinco dias, e que na quinta-feira (24/4), vencendo o período, resultou nesta decisão do STJ e que novamente resultando em que a PF requereu então na mesma data ( 23/4), a prisão temporária dos alvos da operação que investiga suposta organização criminosa que movimentou em poucos anos cerca de R$ 260 bilhões. À imprensa, defesas de MC Ryan e de MC Poze do Rodo, negam qualquer envolvimento em atividades criminosas e sustentam que todas as movimentações financeiras têm origem " lícitas ".