RELATÓRIO DA CPI DO CRIME ORGANIZADO É DESAPROVADO E LIVRA INDICIAMENTO DE MINISTROS DO STF E GONET (PGR)
Publicado em 16/04/2026
Autoria Destaque Catarina
A CPI do Crime Organizado, rejeitou por 6 votos a 4 na terça-feira (14/4), o relatório final apresentado pelo senador e relator desta CPI do Crime Organizado em que pedia o indiciamento dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, além do procurador-Geral da República, Paulo Gonet. Segundo informações; foram mais de 110 pessoas suspeitas de envolvimentos com o crime organizado e crimes financeiros no Brasil que escaparam de estarem sendo convocados pela CPI do Crime Organizado, graças à decisão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre em não protelar os trabalhos desta CPI que acabou se transformando como muitas CPIs anteriores numa espécie de " pizza ".
Uma movimentação governista nos bastidores do Congresso Nacional, trocando alguns membros desta comissão ( CPI do Crime Organizado ), resultou no fim dos trabalhos sem que nenhum documento pudesse ter sido aprovado. Isto demonstra claramente que o crime organizado no Brasil continua se perpetuando dentro e fora de poderes que administram o Brasil.
É certo, entretanto, de que indiciamento é um ato exclusivo de autoridades policiais, baseados em indícios de autoria e materialidade e não um ato de CPIs que podem tão somente propor investigações, Mas, se houve já inúmeras investigações por parte da POlícia Federal (PF), no caso por exemplo do mafioso dono do Banco Master, Daniel Vorcaro com suas ligações suspeitas com alvos dentro e fora dos Três Poderes, alvos outros como da Reag, dos golpes na Previdência relacionado a fundos milionários; enfim, a outras instituições financeiras alvos das investigações da Polícia Federal (PF), incluindo até quem chegou a receber propinas dentro do Banco Central (BC), tudo isto não requer punições por parte da Justiça ou haverão acobertamentos parecidos ao que ocorreram desde Mensalão, Zelotes; Lava Jato, des ios bilionários de Emendas Parlamentares. Ou seja, no Brasil ao que se parece, as facções, organizações criminosas estão dominando poderes muito além do que se pode imaginar, incluindo no meio partidário com diversas figuras políticas já presas por ligações com facções criminosas como exemplo, no Rio de Janeiro, alvos da PF e do MPF, Gaeco, em Cabedelo (PB), dentre outros casos no Brasil.