As monarquias Belga; Reino Unido; Norueguesa; Dinamarquesa e Sueca estão sob implicações, após surgirem alguns de seus membros relatados nos mais de 3 milhões de documentos desclassificados e arquivos, fotos, mensagens, e-mails, além de vídeos sobre o financista Jeffrey Epstein, acusado pela justiça dos Estados Unidos por crimes sexuais e tráfico de menores. Diante da Lei da Transparência, assinada em novembro de 2025 pelo presidente dos EUA, Donald Trump (Republicanos), e a desclassificação dos arquivos de Epstein ocorreu em fevereiro de 2025; resultaram numa espécie de terremoto sísmico para diversos políticos, assim como vários empresários e muitas das figuras do entretenimento de vários países.
A revelação dos documentos sobre Jeffrey Epstein com suas relações de amizades e encontros realizados em sua mansão na região litorânea leste dos Estados Unidos; revelou nomes de xeques e membros da realeza que estão implicados em um dos casos mais emblemáticos e controversos de tráfico sexual onde até o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Republicanos), está sendo investigado neste caso relacionado a Jeffrey Epstein, cujo financista morreu em 2019.
Na quinta-feira (19/2), o ex-príncipe do Reino Unido, Andrew, foi preso recentemente em Londres (Inglaterra) e após prestar depoimento por cerca de 9 horas à polícia do Reino Unido Unido, ele acabou sendo liberado. Caso seja acusado de crimes relacionados ao caso Jeffrey Epstein, o ex-príncipe Andrew poderá pegar prisão perpétua. Andrew é acusado ainda de abuso por Virgínia Giuffre. Os e-mails revelados pelos documentos sobre o caso Jeffrey Epstein, colocaram ao menos outras cinco casas reais na mira de investigações por parte da Justiça dos respectivos países.
A REDE DE AMIZADES COM JEFFREY EPSTEIN SÃO MUITO ABRANGENTES COMO REVELAM DOCUMENTOS
Os documentos sobre o caso Jeffrey Epstein revelam que muitas personalidades mantêm amizades estreitas com o financista Jeffrey Epstein. A ex-duquesa, Sarah Ferguson, chegou a elogiar o crime sexual Jeffrey Epstein, condenado pela Justiça dos Estados Unidos, chamando-o de “irmão que eu sempre quis”. Também insinuava, segundo documentos obtidos pela Justiça dos Estados Unidos, que poderia haver entre as duas, transações financeiras.
Vale ressaltar que mesmo após Jeffrey Epstein, foi condenado pela primeira vez em 2008 por crimes sexuais; uma troca de e-mails entre os dois contínuos. Em 2009, Jeffrey Epstein, durante um almoço com presenças de várias personalidades convidadas por Epstein, ele concluiu a elogiar as filhas de Sarah, mas enaltecendo Jeffrey Epstein: ". Disse numa certa ocasião a ex- Duquesa Sarah Ferguson para Esptein: " Obrigada, Jeffrey, por ser o irmão que eu sempre desejei ter ".
Em outros e-mails, a ex- Duquesa de York, ainda desatacou: " você é uma lenda. Sinceramente, não tenho palavras para descrever meu amor e gratidão por sua generosidade e segurança..." e ".... Estou ao seu dispor. Case-se comigo..." Segundo investigações realizadas pela Justiça dos Estados Unidos sobre a atuação do crime Jeffrey Epstein, havia uma necessidade financeira desesperada e onde numa das conversas entre Jeffrey e Ferguson; é mencionada em e-mails; pedido " com urgência " 20.000 libras para coberturas de aluguel.
No Evening Standart, onde Fergie foi questionada sobre as 15.000 mil libras que recebeu de Jeffrey Epstein em julho de 2009, a ex-duquesa Sarah Ferguson, teria sido encontrada com Jeffrey Esptein, em Miami (EUA), acompanhada de suas duas filhas Beatrice e Eugene, que na época tinham 19 e 20 anos de idade Numa das mensagens mais escandalosas de SARAH FERGUSON, SEGUNDO AS. INVESTIGAÇÕES que constam nos documentos da Justiça dos EUA; Sarah Ferguson diz que não sabia se con seguiria encontrar o magnata em Nova York, porque, como ela escreveu: " estava esperando Eugenie voltar de um fim de semana de sexo ", com o então namorado e agora marido, Jack Brooksbank. Diante das circunstâncias enfrentadas pelo financista Jeffrey Epstein com a Justiça dos Estados Unidos, ocorreram após distanciamento das duas princesas, incluindo, distância dos pais em público e sequer se manifestaram publicamente sobre o assunto de amizades da família real com o financista Jeffrey Epstein. Já, a princesa herdeira da Noruega Mette-Marit é mencionada cerca de mil vezes nos documentos desclassificados sobre Jeffrey Esptein, revelando uma proximidade com Epstein, chegando a colocar em risco a sobrevivência da monarquia norueguesa.
Segundo registros analisados pela NRK, emissora pública da Noruega, a princesa Mette- Marit, chegou a ficar hospedada na mansão de Jeffrey Epstein em Palm Beach por cinco dias em janeiro de 2013, durante uma viagem acompanhada de sua professora de meditação, Sharon " Myoshin " Kelley. Os impactos dos cerca de 3 milhões de documentos sobre Jeffrey Epstein, atingem ainda a Suécia, onde há uma grande repercussão no Palácio Bernadortte - coração da monarquia sueca, onde arquivos de e-mails, mencionam diretamente o magnata Jeffrey Epstein com a princesa Sophie - nora do rei Carl XVI Gustaf, de acordo com o jornal sueco Dagens Nyheter . Os documentos sobre o caso Jeffrey Esptein, diante da dimensão e gravidade dos crimes praticados pelo criminoso sexual Jeffrey Esptein; continuam sendo divulgados pela imprensa em vários países do mundo. Há, inclusive registros nestes documentos que estão sob custódia da Justiça dos Estados Unidos, que apontam que detalham atuação de possível recrutador e recrutadora de mulheres no Brasil e interesse de Esptein adquirir negócios visando atrair modelos brasileiros.
Os indicios de uma conexão de Esptein no Brasil, onde é citado nestes documentos que ao menos quatro garotas brasileiras, inclusive, adolescentes, teriam sido levadas para ele em uma festa em uma de suas mansões nos Estados Unidos; e segundo a BBC News Brasil - uma das vítimas de Esptein, revelou que ao menos 50 brasileiras estiveram em sua mansão. Cerca de 4 mil menções ao Brasil são citadas nestes dolcumentos sobre Jeffrey Epstein, ligados a auxiliares e amigos dele sobre o país. Segundo num dos depoimentos de Jeffrey Epstein à JUstiça americana, ele revelou que fazia viagens ao Brasil " para falar com clientes e que, quando estava no país, possuia contato com uma mulher que lhe fornecia garotas para prostituição, inclusive menores de idade ". O nome da pessoa citada por Epstein sobre as informações está tarjado, porém, ela revela que trabalhou para Jean-Luc Brunel, ex- agente de modelos francês e conhecido parceiro de Jeffrey Epstein. Segundo as investigações, Jean-luc Brunel, esteve, inclusive numa das sua presença no Brasil, em visita no litoral catarinense, na Bahia e no Rio de Janeiro.