ARGENTINA VIVENCIA CAOS COM GREVE GERAL CONTRA MILEI E CASO DE CORRUPÇÃO REPERCUTE

A Argentina literalmente parou deste quinta-feira (19/2), quando a greve geral ampliou-se em todo o país argentino onde milhões de trabalhadores de várias categorias cruzaram os braços contra a política do governo de Javier Milei. Aeroportos parados. 


Lixo não estão sendo recolhidos, comércio e indústrias assim como no serviço governamental a situação é caótica. A paralisação geral dos trabalhadores na Argentina já é a quarta greve geral na gestão de Milei. As medidas do governo Milei demonstram a insatisfação dos milhões de trabalhadores argentinos que aderiram ao movimento desta greve geral sob comando da CGT - Confederação Geral do Trabalho - maior central operária e organizadora desta quarta greve geral na gestão Milei.

Segundo informações, não há data definitiva para acabar esta greve que poderá durar muitos dias, talvez semanas caso não haja acordo entre governo Milei e representantes da classe trabalhadora da Argentina. Um projeto que tramita no Congresso da Argentina pretende mudar radicalmente as condições de trabalho no país. Os protestos somam 13 sindicatos e a Central de Trabalhadores da Argentina (CTA).

Serviços essenciais como na saúde pública e segurança pública, registram interrupções parciais e também no transporte coletivo. Segundo informações, os prejuízos diários com a greve atingem cifras superiores a US$ 600 milhões.

CASO DE SONEGAÇÃO FISCAL CONTRA ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL ARGENTINO (AFA ), REPERCUTE

E além desta greve geral dos trabalhadores na Argentina, um caso de sonegeção fiscal de cerca de US$ 19,3 bilhões envolvendo o presidente da Associação de Futebol Argentino (AFA), Claudio " Chiqui " Tpia e o tesoureiro, Pablo Toviggino, repercute na Argentina e fora daquele país.

Ambos dirigentes da AFA foram intimados pela Justiça argentina a prestarem depoimentos sob a suspeita de sonegação fiscal, ou seja, sonegação de contribuições previdenciárias e evasão fiscal. Tanto Tápia quanto Toviggino, estão proibidos de deixarem o território da Argentina. A decisão foi tomada pelo juiz penal econômico, Diego Amarante e as audiências foram marcadas para os dias 5 e 6 de março, respectivamente.